Para pensar...

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

Amyr Klink

domingo, 19 de agosto de 2018

Temas de Geografia - ENEM

O Enem – Exame Nacional do Ensino Médio – traz, em seu edital, a divisão de alguns tópicos e subdivisões para organizar e apontar os conteúdos e temas a serem abordados durante a aplicação das provas. No que tange à Geografia, ela foi inserida no campo das “Ciências Humanas e suas Tecnologias”, possuindo temas que se encaixam em todos os seus respectivos subitens.
Segundo o edital do Enem, esse campo divide-se em:
  • Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade;
  • Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do Estado;
  • Características e transformações das estruturas produtivas;
  • Os domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente;
  • Representação espacial.
Pensando nessa divisão segue uma sequência de temas já divididos por áreas da Geografia:
Cultura e Sociedade – temas referentes ao patrimônio, às práticas, às heranças e aos movimentos culturais nas sociedades. É importante tentar compreender como as práticas culturais comportam-se na era da Globalização.
Geografia do Brasil – formação territorial do Brasil, industrialização do Brasil, formas de regionalizar o país (regiões do IBGE e regiões Geoeconômicas), cidades e urbanização brasileira, fronteiras agrícolas, guerra fiscal no Brasil.
Demografia – conceitos demográficos, dinâmicas populacionais, teorias sobre o crescimento demográfico e a disponibilidade de recursos (teoria malthusiana, neomalthusiana e reformista), além de índices populacionais (IDH, renda per capita, expectativa de vida etc.).
Geopolítica – Globalização, Nova Ordem Mundial, conflitos pós-Guerra Fria, atentados terroristas no século XXI, blocos econômicos (destaques para a União Europeia e o Mercosul), organizações internacionais (ONU, Opep, Banco Mundial, FMI, etc.), países emergentes (destaque para os BRICS), regionalização do mundo.
Geoeconomia – Industrialização, Terceira Revolução Industrial, transformações nos modos de produção (Taylorismo, Fordismo, Toyotismo e Volvismo), transformações no mundo do trabalho, uso econômico dos recursos naturais, concentração e desconcentração industriais.
Geografia Urbana – Urbanização mundial, redes e hierarquias das cidades, metropolização e desmetropolização, problemas sociais urbanos (favelização, ocupações irregulares, mobilidade urbana, violência urbana etc.) e formação do espaço urbano-industrial.
Geografia Agrária – Agronegócio exportador no Brasil e no mundo, produção e transformação dos espaços agrários, êxodo rural, modernização dos equipamentos e das técnicas agrícolas (revolução verde), agricultura familiar, estrutura fundiária do campo, conflitos e movimentos sociais do campo, além da relação entre campo e cidade.
Meio Ambiente e recursos naturais: transformação do meio natural pelo homem, uso dos recursos minerais, fontes de energia, recursos hídricos e sua importância; bacias hidrográficas, ciclo da água, uso sustentável dos recursos naturais, problemas ambientais contemporâneos (aquecimento global, ilhas de calor, inversão térmica, chuva ácida, destruição da camada de ozônio etc.), efeito estufa, nova ordem ambiental internacional, políticas ambientais brasileiras e mundiais, unidades de conservação, preservação dos recursos naturais.
Geografia Física e fenômenos naturais: estrutura interna e camadas da Terra, formação e estruturação dos solos e do relevo, agentes endógenos e exógenos de transformação da superfície, erosão, intemperismo, sedimentação, tipos de rochas, ciclo das rochas, estruturas geológicas, diferenças e relações entre tempo e clima, fatores climáticos, fenômenos atmosféricos, tipos de clima no Brasil e no Mundo, biomas e domínios morfoclimáticos no Brasil e no Mundo.
Cartografia: os mapas e seus elementos (escala, legenda etc.), técnicas de leitura e interpretação dos mapas, tipos de mapas, projeções cartográficas, Sistemas de Informações Geográficas (SIGs), geoprocessamento e tecnologias cartográficas, coordenadas geográficas e fusos horários.
Procurem  enxergar os temas em um contexto mais amplo e não apenas em suas subdivisões. Assim, é interessante sempre relacionar os assuntos com as mais diversas formas de saberes, produzindo, assim, um conhecimento interdisciplinar.
Fonte: Adaptado de Mundo Educação

Urbanização


segunda-feira, 18 de junho de 2018

PETAR - Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira

O Petar é um parque natural, que está dividido em três núcleos: Santana, Ouro Grosso e Caboclos. Está caracterizado pelas suas cavernas e galerias subterrâneas. Tem mais de trezentas covas pré-históricas no seu magnífico parque ecológico.
Existem cavernas que medem até 6 quilômetros de comprimento, como a Caverna Santana, cujas galerias formam um complicado labirinto. Também existem muitas cavernas que não podem ser visitadas, pelo risco que apresentam ao turista.
É obrigatório o uso de capacete e de lanterna. A experiência é uma viagem por um mundo silencioso, escuro e certamente inesquecível. É um lugar ideal para caminhadas e trekking, exploração de cavernas, espeleologia, boia – cross, camping e outras atividades ao ar livre.


Trilha Parque Estadual Carlos Botelho

O Parque Estadual Carlos Botelho possui três trilhas que podem ser monitoradas, sendo as duas principais localizadas nas proximidades da sede, em São Miguel Arcanjo. Ao percorrê-las é importante que se faça silêncio, aumentando as chances de observar vários animais.
Trilha do Rio Taquaral – Implantada no início de 1985, a trilha tem uma extensão de 4 km, sendo a maioria dos seus visitantes formada por estudantes, que podem fazer o percurso seguindo as indicações das placas. Em seu percurso podem ser observados vários estágios de mata, começando pelos campos, passando pela mata secundária (em processo de regeneração após supressão) e chegando à mata nativa.
Durante a caminhada, vários animais podem ser observados, bem como a diversidade da flora, com suas árvores, bromélias, orquídeas. O início da trilha é no Posto de Fiscalização da Polícia Florestal e termina às margens do Rio Taquaral.
Trilha da Represa – É a trilha que está melhor estruturada para receber escolares e grupos, pois estar bem sinalizada. Por ser uma trilha interpretativa, recomenda-se a visitação com a supervisão de monitores durante o percurso. Caminhos tortuosos, riachos e muito verde dão formam o cenário onde se pode desvendar a riqueza da Mata Atlântica. Aqui, o visitante pode apreciar também trechos de mata em diversos estágios, conhecer um projeto de pesquisa com araucárias e se encantar com as pegadas deixadas por antas, gato-do-mato, cachorro vinagre e outros animais nas margens do açude.
Trilha da Figueira – Localizada no Núcleo Sete Barras, a Trilha da Figueira, com extensão de 2 km, leva a uma figueira centenária, que desponta majestosamente na paisagem. São necessários vários homens para “abraçá-la”, fechando a circunferência em torno do tronco. Para percorrer essa trilha é necessário agendamento prévio junto ao Núcleo São Miguel Arcanjo.
Na sede do parque, em São Miguel Arcanjo, o visitante pode conhecer ainda o Centro de Educação Ambiental, onde há o Museu de Zoologia e a sala de leitura, com muitas publicações sobre ecologia, animais e plantas. No Centro de Visitantes “Marco Antônio dos Santos Costa”, onde há um auditório para 40 pessoas, são exibidos vídeos ambientais.


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